
Processo-proposta/ 4
E quando as palavras não fruem, também é questão de ego pra fora ou pra dentro?
Depois de tantos começos possíveis algo que eu não sei o que é, e que por hora nem me interessa saber a que devir pertence. A gente imagina que por ser um lugar onde se fala em teatro, onde se pensa em teatro, ou melhor, onde se pensa que se pensa sobre teatro, respira teatro, sonha teatro, o que venha acontecer seja um teatro ou o primeiro passo para um teatro acontecer.
A gente toma tanto cuidado com as palavras, e mesmo assim as palavras não dizem tudo, não podem expressar tudo. E o que a gente faz com essa sensação de não conseguir apreender os entes? Duvida? É duvidar é o primeiro passo para se ter um conhecimento claro e distinto, né não, Descartes?
E quando além do que se tenta escrever o que se tenta dizer não frui? Ou quando as imagens que se formam não fruem? Quando se fica com aquela sensação de que nada acontece? A gente se pergunta sobre a utilidade de uma coisa que além de não fruir não pensa claro e distintamente? Professor: se para Hurssel só que pode ser descrito fenomenologicamente tem sentido, se para Descartes só que pode descrito racionalmente faz sentido, como é possível falar em realidade? Lucas?
A proposta de continuamento desse processo, não visa em momento algum tornar estática em uma forma, em um pensamento, em uma única experiência. No limite eu diria que nem é proposta a proposta. Eu diria no limite que é uma coisa-pensamento, uma coisa que se põem em obra.
A coisa pensamento que ponho em obra... Que pomos em obra, é involução, é paradoxo é quadrado - triangulo. Coisa que não tem forma, é coisa em estado de potencia, é coisa quase em estado de devir. É coisa desorganizada, desalinhada, é coisa pra dormir, pra ter tédio, é coisa que Poe e não se impõe como obra!
É como esse estudante, que ta lá sem saber o que pode ou que vai acontecer, sendo preso enquanto se condena. E... Liberdade é escolha? Quem escolhe?
Na quarta parte do processo, os atores farão seus próprios roteiros, do experimento seguindo a lógica do afeto, a liberdade pode ser azul?
E quando as palavras não fruem, também é questão de ego pra fora ou pra dentro?
Depois de tantos começos possíveis algo que eu não sei o que é, e que por hora nem me interessa saber a que devir pertence. A gente imagina que por ser um lugar onde se fala em teatro, onde se pensa em teatro, ou melhor, onde se pensa que se pensa sobre teatro, respira teatro, sonha teatro, o que venha acontecer seja um teatro ou o primeiro passo para um teatro acontecer.
A gente toma tanto cuidado com as palavras, e mesmo assim as palavras não dizem tudo, não podem expressar tudo. E o que a gente faz com essa sensação de não conseguir apreender os entes? Duvida? É duvidar é o primeiro passo para se ter um conhecimento claro e distinto, né não, Descartes?
E quando além do que se tenta escrever o que se tenta dizer não frui? Ou quando as imagens que se formam não fruem? Quando se fica com aquela sensação de que nada acontece? A gente se pergunta sobre a utilidade de uma coisa que além de não fruir não pensa claro e distintamente? Professor: se para Hurssel só que pode ser descrito fenomenologicamente tem sentido, se para Descartes só que pode descrito racionalmente faz sentido, como é possível falar em realidade? Lucas?
A proposta de continuamento desse processo, não visa em momento algum tornar estática em uma forma, em um pensamento, em uma única experiência. No limite eu diria que nem é proposta a proposta. Eu diria no limite que é uma coisa-pensamento, uma coisa que se põem em obra.
A coisa pensamento que ponho em obra... Que pomos em obra, é involução, é paradoxo é quadrado - triangulo. Coisa que não tem forma, é coisa em estado de potencia, é coisa quase em estado de devir. É coisa desorganizada, desalinhada, é coisa pra dormir, pra ter tédio, é coisa que Poe e não se impõe como obra!
É como esse estudante, que ta lá sem saber o que pode ou que vai acontecer, sendo preso enquanto se condena. E... Liberdade é escolha? Quem escolhe?
Na quarta parte do processo, os atores farão seus próprios roteiros, do experimento seguindo a lógica do afeto, a liberdade pode ser azul?


