quarta-feira, 4 de novembro de 2009




Processo-proposta/ 4

E quando as palavras não fruem, também é questão de ego pra fora ou pra dentro?
Depois de tantos começos possíveis algo que eu não sei o que é, e que por hora nem me interessa saber a que devir pertence. A gente imagina que por ser um lugar onde se fala em teatro, onde se pensa em teatro, ou melhor, onde se pensa que se pensa sobre teatro, respira teatro, sonha teatro, o que venha acontecer seja um teatro ou o primeiro passo para um teatro acontecer.
A gente toma tanto cuidado com as palavras, e mesmo assim as palavras não dizem tudo, não podem expressar tudo. E o que a gente faz com essa sensação de não conseguir apreender os entes? Duvida? É duvidar é o primeiro passo para se ter um conhecimento claro e distinto, né não, Descartes?
E quando além do que se tenta escrever o que se tenta dizer não frui? Ou quando as imagens que se formam não fruem? Quando se fica com aquela sensação de que nada acontece? A gente se pergunta sobre a utilidade de uma coisa que além de não fruir não pensa claro e distintamente? Professor: se para Hurssel só que pode ser descrito fenomenologicamente tem sentido, se para Descartes só que pode descrito racionalmente faz sentido, como é possível falar em realidade? Lucas?
A proposta de continuamento desse processo, não visa em momento algum tornar estática em uma forma, em um pensamento, em uma única experiência. No limite eu diria que nem é proposta a proposta. Eu diria no limite que é uma coisa-pensamento, uma coisa que se põem em obra.
A coisa pensamento que ponho em obra... Que pomos em obra, é involução, é paradoxo é quadrado - triangulo. Coisa que não tem forma, é coisa em estado de potencia, é coisa quase em estado de devir. É coisa desorganizada, desalinhada, é coisa pra dormir, pra ter tédio, é coisa que Poe e não se impõe como obra!
É como esse estudante, que ta lá sem saber o que pode ou que vai acontecer, sendo preso enquanto se condena. E... Liberdade é escolha? Quem escolhe?
Na quarta parte do processo, os atores farão seus próprios roteiros, do experimento seguindo a lógica do afeto, a liberdade pode ser azul?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

editar- Que seja de potência a vossa vontade.



[02,11]Passei as ultimas duas horas calculando minhas numerologias... Nada mais satisfatório.
[01,11] Passei o dia inteiro de finados lendo o livro do Peter Pál Pelbert
[02,11]Sempre fico animado quando leio Coisas que o Peter escreveu
[01.11]Ontem fui assistir a peça toc toc e descobrir o teatro gazeta receberá novamente a peça Querido mundo

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sugesmundo, Sangue nos zóio.

Uma espécie de variação sobre o mesmo tema... entregue ao devir incensato das coisas. Não existe cena!
Existe algo que se produz cena! que acontece no atravessamento do real e da ficção e não algo que se impõe como obra.
Creio que na radicalização do processo é muito provavel que a coisa-produto se radicalize. E vcs ja perceberam que é isso que me interessa.. Eu to quase com uma proposta fechada para o processo de radicalização do experimento. para isso gostaria de que cada integrante do processo escrevesse um roteiro de ações ,acontecimentos baseados unicamente na experiencia deles. Com isso na mão será possivel pensar em
uma continuação do processo que se radicalize enquanto processo.enquanto condução, e até mesmo colocando na discussão outros nomes - outras vozes- e outras possibilidades Artisticas.

Ps: provocação do Dago em pensar o experimento para a mostra final.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

devir reflexivo:ou uma verdade relativa sobre a coisa em si.


... Para que as coisas não entre numa lugar de relativismo infinito. eu por exemplo me deixo ser condusido pelos desvios. E os desvios quase podem ser confundidos com desconcentração ou falta de objetivo, mas acredite não é! O fabricio me acusou de ser confuso, eu faço parte de um processo que só existe enquanto processo e não consegue virar um ser - coisa, por que há os desvios. Esses devios já me levaram a ruas sem saídas.Esse é um dos riscos que se apresentam,ou risco é o de ser prolixo, ou de ser filosofo[ rs] outro[risco] é o de nunca virar mercadoria[possivél] meu proximo desvio é quanto a universidade, isso é terreno instavél. Fora os desvios com as coisas que não é jamas possivel caber em mim, como o amor.
Esse blog por exemplo está em movimento, e tudo que se move se modifica...
Os desvios são a] tentiva de responder verborragias de conceitos da Shuba ...Sempre a Shuba!!!! Essa coisa-pensamento que tem sua própria lógica que espelha outras lógicas que dialoga com outras estruturas e se comunica.Essa coisa - pensamento pode acontecer num lugar que é [entre] dois pontos de uma forma [entre] dois lugares regulamentado e produzir uma experiencia que transcende a[ ideia] E. procuro recordar-me da aula de hoje sobre apreensão de uma vivência intensional, que se manifesta fenomenologicamente variando o angulo, variando a forma, variando a intensidade, uma vivência que é em si mesma contraditória.... [....] Ou a coisa sempre constantemente variável ou simplesmente [...]

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Coisa-pensamento... Pensa frente e frui-frente vira forma cai linguagem. Linguagem virus ... fagocita possibilidade.
Coisa pensamento[ ] Tudo que é vivo tem contradição. O movimento da contradição e o movimento vivo- a coisa pensamento agora ganha diploma da USP ganha tradução pro francês . Ganha pós doutorado e vira coisa séria. E se empõe prolixamente ! Obrigatóriamente tem que ter sentido! obrigatóriamente tem que dizer algo, obrigatóriamente tem que ser definida, tem que ser experimentada assim, obrigatóriamente só é possivel aquilo que vc encontra na cartilha J. Guinsburg.
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A repetição mecanizada, o corpo desnudado, viciado na sobrevivência, esvaziado da experiência, se não vinculado ao seu respectivo processo histórico-político, reproduzirá o mesmo esvaziamento líquido – principal complexidade do Capital na contemporaneidade.Walter Benjamim é seguidamente relido pelas interpretações filosóficas neo-acadêmicas e adaptado (remoção do indissociável materialismo histórico) a uma visão subjetivista onde os conceitos pairam sem tempo, hegemônicos, universais, como nada – como a forma superdimensionada nas artes.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009


Tudo É em relação à alguma coisa.
TUDO.tanto
tudo]QUANTO
TUDOTANGO

Muito tudo...
O . corpulento O espaçotudo O. espaço surdo .
Travessa O.corpolento lentoforte leveforte forte cai . Fortimbraz. TUDO SAI